educação maker

 Educação maker: o que é e por que você precisa saber?

Preocupar-se com a educação dos pequenos é fundamental para garantir um desenvolvimento saudável. Diante de tantas inovações, é natural encontrar famílias que se questionam sobre as melhores práticas educacionais e como elas estão alinhadas a novas tecnologias, sustentabilidade e compartilhamento de ideias. Um dos movimentos que vem ganhando força é a educação maker.

A partir dessa metodologia, os alunos atuam de forma participativa e realmente colocam a mão na massa quando estão dentro da escola. Assim, conquistam uma série de benefícios que fortalecem as fases do desenvolvimento infantil.

Quer saber mais sobre o que é a educação maker e como ela é fundamental para os pequenos? Neste conteúdo, explicaremos o conceito, a importância e os principais benefícios que esse ensino oferece ao seu filho. Acompanhe!

Qual é o significado de maker?

A cultura maker não é algo que aconteceu recentemente. Na década de 1960 já se falava muito sobre práticas que incentivam a autonomia das pessoas e as auxiliassem no desenvolvimento das suas próprias ideias. Com o aprimoramento das tecnologias, o movimento foi se fortalecendo.

Um dos exemplos mais clássicos da cultura maker refere-se aos tutoriais que estão explodindo nas redes sociais. Tanto no YouTube quanto no Instagram, no Facebook e até no WhatsApp encontramos vídeos de pessoas ensinando outras a construir algo de forma autônoma ou, como são classificados, clipes de “faça você mesmo” (DIY ou “do it yourself”).

Assim, toda a proposta desse movimento segue uma base muito sólida e coerente com a nossa realidade: permitir o desenvolvimento saudável da autonomia por meio da prática. Quando ela é inserida na educação, os pequenos valorizam suas ideias e utilizam toda sua curiosidade e vontade de aprender sobre o mundo de forma ativa.

Como ele está conectado à educação?

Como você deve imaginar, a palavra “maker” vem do inglês e significa “fazer”. Quando pensamos na união entre a cultura de faça você mesmo com a educação, faz sentido imaginar uma escola que investe em técnicas e metodologias de ensino que auxiliam os alunos a praticarem suas ideias.

Um dos pilares da cultura maker é a autonomia, lembra? Para garantir sua efetividade dentro das escolas, pedagogos lançam mão de abordagens que praticam a democratização do conhecimento e a agilidade em identificar uma ideia em potencial e colocá-la rapidamente em ação.

É por isso que esse movimento é capaz de se alinhar de forma tão positiva com a educação. Durante as fases do desenvolvimento infantil, as crianças buscam descobrir o máximo que conseguem sobre o mundo e suas diversas relações, elaborando o pensamento lógico, emocional e racional para se apropriar da realidade.

Quando os professores incentivam a utilização das ideias infantis dentro da escola, eles impulsionam o movimento natural que as crianças estão experimentando. Assim, as ideias de como descobrir o mundo e as relações são aprimoradas e podem, de fato, serem colocadas em prática dentro de um ambiente seguro e acolhedor.

Isso acontece por meio da metodologia ativa de ensino, que busca criar espaços dentro das salas de aula e até da própria estrutura escolar para permitir uma chuva de ideias a serem aplicadas no dia a dia. Dessa forma, seu filho estuda ativamente e utiliza todas as ferramentas oferecidas pela escola.

Quais são os benefícios da educação maker?

Muitos pais e professores associam a educação maker ao empreendedorismo, buscando formas de utilizar esse conhecimento de forma ativa durante toda a vida do aluno. Mesmo esse sendo um dos grandes benefícios da metodologia ativa, existem outras vantagens que os pequenos conquistam ainda dentro do sistema de ensino.

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Nos tópicos a seguir, explicaremos quais são os benefícios que seu filho pode conquistar por meio dessa técnica de ensino-aprendizagem. Confira!

Liberdade para criação

A criatividade é, sem dúvidas, uma das principais competências trabalhadas pela educação maker. Quando falamos em colocar a mão na massa e explorar as melhores formas de aplicar as ideias, queremos dizer que os educadores utilizam técnicas específicas para estimular a curiosidade e a imaginação dos alunos.

Nesse sentido, eles propõem desafios visando a construir projetos e atividades para refletir sobre diferentes soluções para um único problema, identificar as consequências dessas ações inovadoras e experimentar de que forma elas podem ser colocadas em ação — muitas vezes, essas práticas são apresentadas no final do ano em uma grande feira coletiva.

Desenvolvimento de autonomia

Com todo esse desenvolvimento de pensamento crítico, lógico e social, os pequenos aprendem sobre autonomia e a importância de praticá-la e fortalecê-la no dia a dia. Dentro da metodologia ativa, os estudantes precisam ser ativos para colocar suas ideias em ação.

Consequentemente, há o fortalecimento da autonomia e muitas outras competências que sustentam essa habilidade, como responsabilidade, autoconfiança, empoderamento e empatia, para respeitar os diferentes valores e ideais que existem entre os colegas.

Foco na coordenação motora

Com as novas orientações da BNCC (Base Nacional Comum Curricular), as escolas precisam inserir técnicas que fortalecem as competências socioemocionais dos estudantes, desde a educação infantil até o ensino médio. Para cumprir essa missão, os alunos precisam treinar sua coordenação motora.

Ao conhecer os objetos, diferenciar texturas e saber como manusear itens mais ou menos delicados, seu filho refina suas habilidades motoras. Isso acontece com bastante frequências nas aulas de robótica, laboratórios de inovação e, até mesmo, espaços livres para criação coletiva.

Maior interesse nos componentes curriculares

Com o fortalecimento das tecnologias, um dos maiores desafios que os educadores vêm enfrentando é a falta de atenção e engajamento nas salas. Investindo em técnicas ativas de ensino, é natural que os estudantes sintam-se mais atraídos e contemplados pela metodologia.

Assim, a turma apresenta maior interesse nos componentes curriculares, identificando não só a importância desses aprendizados para a sua vida, mas também as melhores formas de colocá-los em prática durante as aulas.

Ensino adaptado às necessidades das crianças

Por fim, esse estilo de ensino também oferece um grande benefício à educação infantil: pode ser adaptado às necessidades das crianças. Afinal, a metodologia preza pelo fortalecimento da autonomia, da autoconfiança e da autoimagem, sendo fundamental utilizar os recursos que os próprios alunos têm para investir em aulas práticas.

Nesse sentido, o modelo pode ser exemplificado pelas aulas de programação oferecidas pelo Colégio Verbo Divino — além de testes para os alunos descobrirem suas competências e aprenderem sobre o que podem aprimorar e o que precisa de um trabalho mais focado para garantir melhores resultados em um projeto, por exemplo.

A educação maker é um processo de ensino que veio para ficar. Cada vez mais escolas estão investindo na metodologia ativa a fim de proporcionar aulas capazes de engajar e incentivar os alunos no uso das suas próprias competências. Dessa forma, é possível estimular a atenção e concentração dos pequenos, sem perder de vista o treino de suas competências socioemocionais.

Quer saber mais sobre nossa metodologia de ensino? Entre em contato conosco para tirar suas dúvidas!

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3 Comentários

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