cultura maker na educação

O que é cultura maker na educação e como ela interfere nos resultados?

A cultura maker na educação é uma metodologia de ensino que traz mais dinamismo e trabalha novas habilidades em crianças e adolescentes. Criado nos anos 60, o conceito está intimamente relacionado à filosofia do “faça você mesmo”.

Com o passar do tempo, esse método se difundiu e passou a fazer parte da prática pedagógica em diversos níveis escolares. A principal proposta é que os estudantes consigam criar e produzir projetos com as próprias mãos, por meio da colaboração dos colegas de turma. 

Quer descobrir como funciona a cultura maker na educação? Leia este artigo e fique por dentro do assunto!

Afinal, como a cultura maker funciona na prática?

O movimento da cultura maker demonstra que praticamente qualquer pessoa é capaz de construir e criar seus próprios objetos e projetos. O conceito começou a tomar forma no final dos anos 1960 e, com a revolução tecnológica e a ampliação dos recursos digitais, ela vem sendo utilizada em diversos níveis escolares com o intuito de oferecer mais autonomia e desenvolver habilidades no alunos. 

Foi por meio da cultura maker que a democratização do conhecimento começou a existir. Por muito tempo, as informações eram restritas a pequenos grupos de pessoas que tinham domínio sobre a produção e comercialização de bens. Com a disseminação do digital, o acesso aos mais diferentes tipos de conteúdos se tornou mais disponível e independente, dando mais liberdade para qualquer indivíduo criar protótipos e produtos.

Nas escolas, a cultura maker pode ser uma excelente aliada do processo de aprendizagem, tendo em vista que as instituições de ensino são espaços benéficos para a experimentação e a prática do conhecimento. Isso permite que o ambiente escolar conte com mais colaboração e interação entre os estudantes e professores, implementando metodologias ativas que garantem engajamento e motivação.

Nesse sentido, os educadores deixam de ser os principais agentes de construção dos saberes, substituindo o modelo de sala de aula tradicional. Algumas atividades extracurriculares, como o ensino de robótica, permitem que os discentes consigam propor soluções para diversos problemas, trabalhando diretamente a interdisciplinaridade e a prática no processo de aprendizagem.

Qual a importância da cultura maker na educação?

A cultura maker é capaz de promover inúmeras inovações na educação de crianças e jovens. Ela se tornou uma alternativa ao método de ensino tradicional, oferecendo vantagens ao criar e despertar ideias sobre todo o conhecimento teórico que é abordado em sala de aula. Considerada uma metodologia ativa, o conceito pode trazer soluções estimulantes e práticas para as aulas que se baseiam apenas na teoria.

A tecnologia tem um papel essencial na implementação da cultura maker nas escolas. Com os recursos digitais adequados, os professores podem propor desafios aos alunos e elevar o nível de engajamento na turma, permitindo o acesso às informações de diversas formas. Veja, a seguir, quais são os maiores benefícios que a cultura maker oferece para a prática pedagógica. 

Desenvolvimento da autonomia dos alunos

A autonomia é um dos aspectos mais relevantes quando se fala em cultura maker. Como os alunos têm liberdade de escolha, inclusive nos momentos de discernir as informações em sala de aula, eles acabam tomando decisões com base na coletividade e no bem comum.

A criação dos projetos práticos, baseados na cultura maker, também exige constante interação entre professores e estudantes, que se beneficiam amplamente ao trocar ideias e experiências relevantes para o aprendizado.

Sustentabilidade

O mundo atual está totalmente digitalizado e dependente de diversos recursos digitais e, apesar das melhorias, esse modelo traz prejuízos para o meio ambiente e para a sociedade como um todo, como desigualdade e poluição. Com um espaço maker na escola, os educadores podem estimular os alunos a buscarem soluções para os desafios globais.

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Além disso, é possível desenvolver valores, atitudes e habilidades baseados no respeito mútuo e em uma existência mais pacífica. Para muito além de trabalhar conhecimentos cognitivos, a cultura maker contribui para a valorização da sustentabilidade e para a resolução dos problemas reais ou que ainda possam ocorrer. 

Aumento da criatividade

Por ter característica interdisciplinar, a metodologia maker acaba aumentando a criatividade dos discentes, uma vez que são motivados a pensar por si próprios e a buscar por soluções para os mais diferentes tipos de situações. Os espaços voltados para o desenvolvimento das habilidades são recheados de inovações e recursos tecnológicos que estimulam a cognição e o pensamento crítico nos estudantes.

As escolas que oferecem o modelo se diferenciam justamente porque demonstram preocupação em formar crianças e jovens mais completos. O objetivo é que se tornem, de fato, cidadãos mais críticos e proativos no mundo, conseguindo criar ideias inovadoras e resoluções eficazes.

Desenvolvimento de aptidões extracurriculares

A cultura maker também pode ser interessante para desenvolver não apenas habilidades cognitivas, mas também competências emocionais, sociais e profissionais. Todas essas aptidões, consideradas extracurriculares, formam seres humanos mais íntegros e conectados a valores.

As atividades geralmente envolvem colaboração, diálogo e outras ações que são, muitas vezes, deixadas de lado em aulas de caráter mais conteudista, que têm o único objetivo de transmitir teorias e conhecimentos prontos.

Maior colaboração

Na metodologia maker, a colaboração é considerada um instrumento norteador de toda a prática pedagógica, servindo como recurso para o envolvimento dos estudantes entre si. A interação e troca entre os discentes acaba se tornando uma ferramenta de aprendizado valiosa para a melhora do relacionamento da turma. 

Todos os projetos do espaço maker visam à melhora do trabalho em grupo e ao diálogo entre os alunos que estão envolvidos em determinada ideia. As crianças, sobretudo as mais jovens, acabam percebendo a relevância da ajuda mútua e como a prática escolar pode ser fortalecida quando se conta com orientação e auxílio dos demais.

Aprendizado por meio de diversão

Além de todos os benefícios para o ensino, o movimento maker traz mais diversão e engajamento para a sala de aula. Com recursos diferenciados, os alunos se sentem mais atraídos e podem aprender de forma mais prazerosa, sem que os conteúdos se tornem maçantes ou cansativos.

E a boa notícia é que praticamente todas as disciplinas podem ser lecionadas se baseando no método maker. Os conteúdos que envolvem cálculos, como a Matemática, podem se tornar mais atrativos para os alunos que apresentam dificuldades na aprendizagem de números.

Preparação para o futuro

Todos os aspectos desenvolvidos com a cultura maker podem ser levados para toda a vida do estudante, pois ele aprende valores e habilidades que são essenciais para o futuro social e profissional. O método é, portanto, bastante interessante para preparar os discentes para os desafios da vida adulta.

Além de tudo isso, os alunos podem adquirir conhecimentos que vão muito além da teoria, sendo aplicados no cotidiano, na resolução de problemas e no relacionamento com as outras pessoas.

A cultura maker na educação é considerada uma prática pedagógica inovadora que traz diversos benefícios para o processo de ensino. Em geral, as escolas contam com ambientes bem preparados com recursos digitais para facilitar a implementação das atividades na rotina. O Colégio Verbo Divino, sempre pensando em como levar a melhor experiência para seus discentes, conta com um projeto de aprendizagem maker dentro da instituição.

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