Como estimular o diálogo com os filhos

Estabelecer um diálogo com uma criança – ou mesmo com um adulto – não é algo tão simples. Isso porque é mais do que uma simples conversa, é a possibilidade de expressar sentimentos, experiências e de mobilizar algum afeto na outra pessoa. Quando o diálogo acontece com frequência na relação entre pais e filhos, os benefícios são inúmeros. Muitos conflitos podem ser evitados, a intimidade na relação pode se fortalecer, a criança tem a oportunidade de receber referências sobre como agir diante dos desafios do dia a dia.

É muito importante construir, estabelecer e preservar uma forma de se comunicar com os filhos. Algumas ações fazem a diferença, enriquecendo esses momentos, como:

Tente se colocar no lugar do seu filho.
As crianças, muitas vezes, têm dificuldade para nomear e expressar o que estão sentindo. A partir da empatia, a abertura para o diálogo é alcançada!

Ajude a criança a narrar suas experiências.
Esse é um momento de muita importância, pois quando alguém abre espaço para que a criança expresse suas emoções e depois narra essa experiência para ela, parece que ela se sente mais organizada, pode assumir o controle de seus sentimentos, em vez de se fechar e se manter em um estado de confusão, ficando refém do que sente.

Compartilhe com seu filho suas próprias experiências
Num momento tranquilo e adequado, enriqueça esse vínculo narrando suas experiências. O diálogo enriquece e passa a ser um momento em que ela pode assimilar novas referências sobre como agir em diferentes situações da vida.

O diálogo rico, contínuo, repleto de risadas e elogios, produz uma revolução cognitiva, irriga o desenvolvimento das artes da observação, interiorização, relaxamento, imaginação e pensamento abstrato. Esses elementos nutrem uma emoção saudável, calma e contemplativa.

Vamos aproveitar esse momento em que temos a oportunidade de estarmos mais juntinhos e dialogar com nossos filhos e com nossa família!

“Apenas os que dialogam podem construir pontes e vínculos.” (Papa Francisco)

Texto de Ana Paula Durante, Psicopedagoga e Orientadora Educacional da Educação Infantil

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